Solito, solito, solito!
Solito!
Solito em meus campos de invernada!
Solito!
Solito, solito, solito!
Solito, sem ver nada!
Me pergunto! Quem será esse vivente, que na mais completa ausência de luz e calor, por toda eternidade , nessa infinita escuridão vive!? Mas que não se apoquenta tão pouco pois é nele que se cria, pois é nele que nasce a luz e o calor e a vida!
Quem será, o que será esse vivente , de quem eu sou infinitésimo!?