Assim em uma espécie de olímpiada de capacidades, em que os menos capacitados e os não capacitados são espezinhados de alguma forma e m que o exercício é fazer merda um do outro e assim em exemplos de tudo em como os políticos desenvolvem a própria economia e como aqueles que são os sensíveis e criativos se realizam como assassinos em cima de bobocas , sei lá, a vida assim estruturada não está estruturada em fábrica de bandidos, em fábrica de desgraça? Aqueles que não estiverem capacitados para serem empregados deste ou daquele ou fazer algo por conta própria mas serem sadios, tiverem força, se lhes deixado assim para viver apenas roubar, matar, vender droga, virar bandido em relação a si mesmo, se prostituir, ou mendigar ou se matar vão virar bandidos , pois geralmente a vontade de ficar vivo é maior do que algum escrúpulo em relação aos outros ou em relação a si mesmo! Gente vai ser roubada, gente vai ser morta, gente vai se desgraçar em drogas, gente vai se matar , filhos vão se matar, pais vão se matar por não suportarem ou não enxergarem alguma outra solução... É preciso que seja assim? Traz algum beneficio algo assim?
Talvez amparar as pessoas, fazer com que mesmo assim possam viver, consigam se manter, tenham onde ficar, tenham o tempo que quiserem para pensarem suas vidas, traga mais benefícios do que esses malefícios todos e dinheiro de governo para isso usado diminuiria a despesa com hospitais psiquiátricos, com presídios, traria menos dor existencial, alguma alegria, algum alento, para todos!
Se ao invés de buscar remédio para falta de inteligência em drogas , eu não poderia ter comprado uma banca de revistas e vivido disso, tido uma lojinha para vender quinquilharias e disso vivido, sei lá, compreenderia alguma coisa de alguma coisa, se não lembrasse de um passado , do que havia em meu cérebro nesse passado, se nada disso tivesse acontecido ? Mas ainda assim não é só o que uma pessoa chega a ter como sua inteligência e sua força ao nascer que determina o seu destino, mas do que tem como cérebro aqueles com os quais convive , além de outras coisas e assim o destino de povos, não apenas de inteligências individuais mas do que tem como cérebro, discernimento, razão, aquele que governa!