12 Apr

Quando criança de menos idade pensei em construir no pátio da minha casa, da casa dos meus pais, um porto! Cavei um pouco! Despejei um balde de água! Me dei conta de que não seria uma tarefa fácil! Hoje, já criança com 73 anos de idade, imagino aqui no alto do morro em que moro, um porto e nele um navio! E ao entardecer olho para o horizonte vermelho, para a imensidão no céu e me pergunto: algum sentido em me mover nessa imensidão sendo eu apenas infinitésimo, próton, nêutron, elétron , resultado do em infinitésimos  está contido e restrito ao que em infinitésimos está contido se quando a energia que em infinitésimos está contida  e que se transforma no que em cada um de nós vê , ouve, sente e pensa, no infinitésimo mais longínquo se esgotar, findar, no mesmo instante que em mim?

Se dependemos nesse contínuo renascer de outro Ser, de um Ser em que a energia se cria e de um Ser em quem se cria o que em infinitésimos está contido além da energia, de um Ser infinito e  eterno que nos concede assim ao que em infinitésimos que nele se criam está contido a capacidade de ver, ouvir, sentir, o que além do que em cada um de nós esta contido, o que mais resulta, em algo assim como o Sol sendo um seio e um cordão umbilical que não é o se mover nessa imensidão que vai determinar esse continuo renascer mas de algo que fica estabelecido como exigência para isso, do que esse Ser estabelece como requisito para isso e o requisito ,m o algo exigido na minha opinião é o que  a espécie humana tiver como seu discernimento, do que fizer com suas mãos articuladas e com sua capacidade de transformar o que pensa e vê e sente em códigos verbais, sonoros, gráficos, do que fizer de si mesma, de tudo que torna a vida possível neste planeta e de tudo o que foi posto de vida neste planeta!

De onde será que vem, de que espécie de ser , de que algo infinito e eterno, em que algo infinito e eterno se cria o que em você me olha e sorri, Capitu!!!

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