Eu não pensaria ser ele alguém que tenha em chup(") o p(") dos outros o meio para se manter e ou obter bens materiais por ter dado uma rápida mordiscada em meu pênis mas alguém que me fez permitir o pênis no traseiro por ser, o que ele esperava me causar com o que fez para si algo que eu não quero para mim! Nem o ato em si mas muito menos me tornar alguém que tenha nisso ou em qualquer outra prática sexual o meu meio de me manter ou obter bens materiais! Que eu fizesse o mesmo que ele e nisso teria o pênis dele em minha boca e na minha boca faria o que no meu ânus fazia e mais ainda , chup(") meu bem e nisso diria :vejam senhoras e senhores o que esse covarde nojento chega a permitir a um homem como eu, poeta e advogado, para ter de mim comida! E nisso no cu fdp, desculpem, no cu meu bem! Se tivesse me dito ou fizesse pensar que daria comida e ou cigarros e ou bebida em troca de uma coisa ou outra em sexo não conseguiria fazer com que eu lhe permitisse nem uma coisa e nem outra! Da forma como fez eu pensaria que permitindo o que ele se ofereceu para me fazer eu me protegeria tanto de ter intenções de prostituição como de confundir desrespeito e agressão com algo que seja carinho e lhe permitiria! E pensou que meses depois de um metódico pau no traseiro eu não me lembraria mais de por que teria lhe permitido o que permiti, ou que depois de tanto pau no traseiro não me importaria mais em que me fizesse o que pretendia, ou que nisso de me dizer que é algo que até uma moça inteligente chega a curtir e que até ele sendo culto e inteligente curte eu preferiria seguir o discernimento dele e não o meu! E pagava ele a despesa dele com o meu dinheiro ao invés de devolver, eu não poderia obrigá-lo a devolver parte que seja do meu dinheiro, já que dizia nisso tudo não me dever o dinheiro que me havia feito gastar! Enfiava o pau no meu traseiro para que da casa dele saísse, para que na casa dele não comesse mas comia e bebia e fumava e pagava a despesa dele e da casa dele com o dinheiro que me devia para conseguir fazer o que fazia! E tu aguenta isso tudo?, alguém me perguntou já bem depois quando de lá tinha voltado! Se eu me perguntava de por que me acusava ele de prostituição se eu havia lhe permitido pelo motivo contrário, se não atinava e nem conseguiria se atinasse escrever uma carta para os meus pais pedindo algum para o ônibus, se não conseguiria chegar vivo na minha casa se de lá saísse, se ficaria mais vulnerável a me causar prostituição além de ficar separado da minha família para sempre se de lá saísse?
Se eu não passasse a consumir droguinha mesmo que em pequenas porções eu estaria no mesmo estado mental? Por acaso não me teria sido dada para experimentar por saber que em pouco tempo eu não poderia mais contar mentalmente comigo? Se a droguinha te faz ficar em um estado de consciência muito diferente do que você tem no dia a dia, algo que você sente vontade de voltar a sentir, a ver, mas não chega a compreender que o que você curte quando toma a roda é o que tem de vivo dentro de ti se indo embora e volta a repetir e volta a repetir o que chega a ser sem enxergar ou compreender e achando estar no melhor dos mundos além do bagaço e do bagaço e do bagaço de si mesmo! Um cabeça morta que nem rosto tem mais! Se não chega a compreender o que está curtindo mas se souber que a parte final do que está curtindo é sair pelo próprio cu junto com as próprias fezes pode deduzir que o que está curtindo apesar do fantástico do sensorial não é algo que te leva à vida, a uma vida melhor e mais sadia mas à morte! Para o hospital psiquiátrico, para o presídio, para o necrotério! Para o pedaço de papelão na rua, para o achacar a comida e o dinheiro para droga! Para rodar bolsinha para conseguir a droga! Para a desgraça! Para curtir na vida não a graça que nela há ou pode haver mas a desgraça que nela pode haver!
Mas e então? Para ele, advogado e poeta, algo assim em matar nisso um trapo idiota, ser elogiado, aplaudido ao invés de punido o seu genial, o genial para a inteligência que têm! E para seus amigos, os do meio a que ele pertence, o meio dos cultos, dos inteligentes, dos talentosos, algo assim da mesma forma o genial? Para as mais altas autoridades do país algo para se endossar, e algo do que participar? Sabendo, compreendendo a coisa toda e sabendo do dinheiro que devolveu e para que e por que devolveu ser menos da metade do que eu tinha e havia gasto ficariam com o restante dos meus troquinhos ao invés de devolver? Devolveriam se devolvendo estariam inocentando do que teriam que acusar? Ficariam com o dinheiro mesmo sabendo que estariam eles fazendo o que estariam me acusando de ter feito, de ser, para justificar perante os outros o que estariam fazendo? Pelo prazer da maldade, não?!