30 Sep

Não quero na minha casa, não sai da minha casa, permite o que permite e come na minha casa ! A porta está aberta ! Não forço a nada !

Se a droga que eu quis experimentar me deu para experimentar por saber que em pouco tempo eu não poderia mais contar mentalmente comigo e se quando eu de lá sai por vontade própria ficou horas insistindo para que eu ficasse , dizendo não me ter como inimigo, não ser eu alguém que ele queria destruir...

Se quando para lá voltei eu tinha algum dinheiro para me manter e ele fez gastar o dinheiro que eu tinha em despesas dele e da casa dele para que ficasse sem esse dinheiro, não por precisar de que comprasse mantimentos para sua casa...

Eu não sabia nem trocar um cabo em um machado ou afiá-lo, nunca havia plantado nada, fraco e estúpido e não sadio mas deixou de cozinhar algum dia por falta de lenha, não tinha louça higienizada, assoalho de madeira de sua casa mantido sem poeira se acumulando ? Encontrou algo faltando em sua casa algum dia ao voltar de suas idas para outras cidades ? Se uma tromba de água não previsível levou parte da terra da horta dele e da cerca da horta, se era ele que semeava em sua horta e o outro empregado, sadio, fazia o transplante das mudas e se eu me limitei a regar a horta ao fim do dia, e a arrancar matinhos com as mãos no que havia sido instruído por ele o estado em que a horta estava  um pouco antes de passar a me fazer o que fazia se devia a incompetência minha, negligência ou descasos meus ou algo que lhe convinha para justificar o que queria me fazer ?

Eu não permiti o que permiti por pensar que estaria pagando a minha despesa com o que estaria permitindo mas por pensar que me protegeria de ter intenções de prostituição, de me causar prostituição e de me prestar em sexo ao que não me desejo ´por chegar a confundir tal coisa com algo que seja afeto e se ele , como deduzi depois, sabia o que se passava na minha cabeça, do jeito que fez , por ser eu alguém que se prostitui e não me querer na sua casa ou por pensar que  se dissesse que me daria comida e ou dinheiro em troca não conseguiria fazer com que lhe permitisse o que queria, nem uma coisa e nem outra, mas por ser prostituição algo que não me desejo e isso em sexo também não e me sentindo vulnerável e sem defesas mentais e querendo me proteger de alguma forma de me causar esse tipo de coisas lhe permitiria o que ele se ofereceu para fazer, lhe permitiria o desrespeito e agressão,  e estaria na casa dele comendo e lhe permitindo o que permitia e poderia dizer o mesmo que se deve dizer, que lhe permitia o que permitia para ter dele comida e cigarros em troca ! Mas eu tinha dinheiro e o havia gasto em despesas dele e da casa dele a pedido dele, com autorização dele e o fiz por pensar ser ele alguém honesto e que me devolveria esse dinheiro quando pudesse ! Tinha eu alguma obrigação de comprar comida e cigarros e bebida para eles ? Conseguiria me fazer o que queria se devolvesse parte que seja desse dinheiro que me havia feito gastar ? Se fez gastar o dinheiro para que eu ficasse sem ele devolveria se devolvendo não conseguiria  me enfiar o pau no traseiro até matar e entes disso ter o pau dele enfiado boca adentro para chup(") ? Para isso não teria que ele estar pagando a despesa dele e da casa dele com o dinheiro que me devia, ao invés de devolver ? Alimentando a si próprio, aos seus amigos e namoradas e ao seu cão de guarda com o meu dinheiro ao invés de o devolver ? Quem querendo viver as custas de quem nisso ?

E esse dinheiro que eu peguei, 1.000 cruzeiros em notas de cem (e mais um passagem e um ovo de chocolate) e trouxe comigo eu o fiz por ser o que eu fui buscar na casa dele ? Dinheiro em troca de sexo ? Por ser o que eu tento obter em sexo ? E peguei o dinheiro por o querer em troca de sexo da minha mãe com ele ? Porque ele deu uma rápida mordiscada no meu pênis mas para ele esse tipo de coisa não é o meio de obter comida e ou dinheiro mas que para mim é ? E não quis me prestar ao que ele quis mas peguei dinheiro em troca da minha mãe fazer ?

 Mas o dinheiro que eu tinha e havia gasto, 1.300 cruzeiros em notas de cem, um ano e meio depois, ao ser devolvido, por ter havido inflação no período em que lá estive equivaleria a uns 1.850 cruzeiros ! E para denunciar a sociedade em que vive , prostituição e indigência moral, expor à execração pública e ter de todos o tratamento merecido, o pau de todos enfiados na boca da minha mãe, em uma imagem dela em meus olhos , em meu cérebro,  ele e os seus amigos , que se prontificaram a isso, teriam que ficar com esse restante de dinheiro meu em seus bolsos pois se devolvessem esse restante de dinheiro estariam inocentando do que teriam que acusar ! Se esse dinheiro que devolveu não iria devolver e devolveu apenas para me fazer o que ficou com vontade de me ser feito , devolveriam o restante se devolvendo o restante estariam inocentando do que teriam que acusar ?  Mas qual seria a implicação que nisso haveria de ficar com o dinheiro de alguém ao invés de devolver para ajudar um criminoso a ofender a mãe de um trapo a quem roubou e violentou, a fazer agredida por todos em seus olhos e tachado de ser puta e vendedor de mãe ? De que forma e por qual motivo dinheiro meu nos bolsos e nas bolsas de toda essa gente em troca da mãe de cada um deles se prestar em sexo ao      que dizem ser próprio de mim e da minha fazer ?  Para isso meios de informação formadores de opinião pública devem ser postos á serviço, todos ? Para homens e mulheres adultos esse o genial do que têm como inteligência ? O que de mais inteligente possa haver para se fazer na vida ? Para isso cultura e talento ? Nisso, para  todos realização existencial e intelectual ?

Nisso , atestado de nível moral e espécie de carácter de toda uma gente, a que disso participou, escrito de próprio punho e assinado embaixo, não?

Comentários
* O e-mail não será publicado no site.