07 Aug

O advogado e poeta de Paraty enfiava o pau no traseiro do empregadinho para ter do empregadinho comida e cachaça e cigarros em troca? Não né! Pagava a comida que comia e a cachaça que bebia e os cigarros que fumava com o dinheiro que devia para o empregadinho ao invés de devolver para conseguir  enfiar o pau8 no traseiro do empregadinho até matar, né!  Mas para que o empregadinho lhe permitisse o que queria e pudesse dizer que o empregadinho lhe permitia para ter comida dele em troca fazendo o empregadinho pensar que teria comida em troca  de uma coisa outra em sexo não conseguiria a permissão mas por ser prostituição algo que o empregadinho não quer para si e confundir um desrespeito e uma agressão maior ainda do que a que estaria permitindo com algo que seja afeto e se sentindo vulnerável e sem defesas mentais e querendo de alguma forma se proteger da própria demência permitiria e nisso alguém que ele não quer na casa dele ,  e que não quer sair da casa dele lhe teria permitido o pau no traseiro por pensar que ainda assim teria dele comida e caminha quente em troca! E teria que estar em estado mental de não ´poder mais contar mentalmente consigo, de saindo  da casa dele não conseguir mais chegar vivo na própria casa, ficaria mais vulnerável a se causar prostituição se saísse do que se ficasse além de morrer e ser enterrado em lugar incerto e não sabido! Perfeito? Forçou a alguma coisa se a porta está aberta, se permite se come na casa dele e da casa dele não sai? Alguma coisa além de um covarde nojento querendo ser a puta de um homem como o advogado e poeta de Paraty? Uma bunda para  enfiar o pau quando se bem quer, dar uma gozada e em troca do que permite  tem dele dado comida e alguns cigarros e uns goles de "aguardente "  quando ele bebe e da caneca dele dá para beber ?

E esses mil cruzeiros em notas de cem, se eu tinha 1.300 cruzeiros em notas de cem quando para lá voltei e gastei por ter ele autorizado e depois pedido e por pensar ser ele alguém honesto e que me devolveria quando pudesse, eu teria pego por ser o que eu fui buscar na casa dele, dinheiro em troca de sexo, por ser para mim o meio de obter comida e ou dinheiro ? E só não teria me prestado ao que ele tentou me fazer por não me ter oferecido dinheiro em troca? E o dinheiro seria em troca da minha mãe se prestar ao que eu não quis me prestar e eu teria pego o dinheiro elevado comigo por ser o que eu faço na vida para ter algum dinheiro, vender a minha mãe como prostituta  e para isso em sexo que eu não quis me prestar?

Mas se o dinheiro que o trapo  tinha e havia gasto para ele era menos da metade do que o que ele estava devolvendo, donos de meios de informação e as mais altas autoridades do país e seus artistas e intelectuais devolveriam o restante do dinheirinho do trapo e nisso o inocentariam de acusações e nisso impediriam que o advogado e poeta fizesse o que ficou com vontade de lhe fazer ou junto com a advogado e poeta ficariam com o restante do dinheirinho do  trapo pois se devolvessem não poderiam fazer o que depois foi feito?

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